Tuesday, September 17, 2013

CASA ONDE DOMINGUINHOS NASCEU É LOCALIZADA EM GARANHUNS


DO BLOG INSTITUTO GARANHUNS                                                                                                      


Imóvel está localizado na Av. José Leitão, onde nasceu Dominguinhos.

Av. José Leitão, 191 – bairro da Boa vista, esse é o endereço atual da residência onde nasceu o artista garanhuense Dominguinhos, e que foi localizada através do trabalho de pesquisa realizada pelo professor Antônio Vilela, um dos co-fundadores do Instituto Garanhuns. Valorizar o local onde viveu Dominguinhos é uma das metas do Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns – IHGG, que fará contato com o atual proprietário a fim de colocar uma placa alusiva ao fato histórico.

 Professor Vilela consegue descobrir o local exato onde nasceu  Dominguinhos

Saturday, September 14, 2013

FESTIVIDADES DOS 80 ANOS DO COLÉGIO DIOCESANO DE GARANHUNS

O MENINO DE BREJÃO

LUIZ SOUTO DOURADO



José Cícero de Barros Pinto, 
nasceu em  10 de setembro de 1946.
 Concluiu o  curso de alfabetização e primário
 em uma  escola do Sítio Cágados, "Escola de Quedê"
 município de Brejão - Pe. Concluiu  Curso Ginasial no Colégio Diocesano de Garanhuns.



De Brejão a Garanhuns, ele viajava quase sempre de caminhão e quase sempre de favor. Ia estudar à noite no Ginásio e pensava que o estudo, como o transporte, nada lhe custava. Ás vezes, voltava para dormir no sítio; às vezes dormia debaixo das marquises  das lojas. Mas para ele o  importante não era dormir, era estudar. E nessa rotina, dura demais para um adolescente, foi levando a vida durante anos, até que um dia, de curso concluído, apareceu na minha casa.

O padre Adelmar revelara quem era o deputado que  destinava a sua verba no orçamento aos meninos pobres de Garanhuns, e cuja destinação ficava ao critério do diretor do colégio. Estava agora na minha casa para agradecer os estudos, que na verdade fora  o próprio Estado que lhe proporcionara, e pedir um conselho. Queria saber do seu "protetor", que mal lhe conhecia, se entrava na SUDENE, por concurso, ou por concurso, ingressava na Polícia Militar do Estado.

Diante da responsabilidade da opção, perguntei-lhe o que pretendia vir a ser. Engenheiro, respondeu. Ponderei-lhe então que na Polícia Militar uma carreira ajudava a outra, já que a sua vocação coincidia com ambas e os seus conhecimentos garantiriam o caminho que melhor lhe parecesse.

Ingressou na Polícia Militar e o perdi da vista até que numa manhã de sábado procurou-me em Boa Viagem para fazer da minha filha a sua madrinha na entrega da espada de oficial. O menino de Brejão estava agora recebendo os cumprimentos dos parentes e amigos. Agora era oficial, não mais dormia nos bancos de jardim, não mais usava o caminhão de favor, pois até aparecia dirigindo o seu carro esporte, não de playboy, mas de estudante de Engenharia. Foi quando me fez o seu primeiro e estranho  pedido: queria trabalhar de graça numa repartição especializada do Estado. Para não desapontá-lo, levei-o a um Secretário do Governo que me deu a mais desestimulante e ao mesmo tempo correta desculpa.

Não era permitida a contratação de serviços sem a justa remuneração. Ficou bem contigo e com regulamento. Um jovem futuro engenheiro praticar de graça uma profissão que iria exercer, não era possível aqui. O jeito era sair para o Exterior, participar de congressos de sua especialidade. E ele foi a quantos foi possível ir. Na volta, aparecia para me mostrar os certificados de aproveitamento.  Por outro lado, na Polícia Militar de Pernambuco, com igual esforço e tenacidade, foi fazendo a sua carreira com  regularidade e eficiência, de modo que se ainda não é major, capitão deve ser o seu posto.

Neste fim do ano de 75, entre tantos convites de formatura, o do menino de Brejão, José Cícero de Barros Pinto, trazido por ele próprio, foi-me particularmente honroso. O seu esforço vencendo todos os obstáculos até o recebimento do seu diploma, foi uma caminhada: direi mesmo heróica. Começa no  trecho que vai do sítio do seu pai em Brejão à margem da estrada que o levava a Garanhuns, onde concluiu o seu curso e partiu para novas conquistas.

Foi pensando no seu exemplo, engenheiro José Cícero de Barros Pinto, que criamos a Faculdade de Administração de Garanhuns, que ficou no papel, e mais ainda fomos a Brasília falar com o Ministro da Educação para transferir para Garanhuns a Universidade Rural, problema que não ficou no papel porque esse nem papel  tinha. Ficou na ideia, válida mas sempre adiada, da interiorização do ensino superior, cuja  demora vem enfraquecendo tantas vocações e, que é mais grave, adiando o futuro de tantos jovens, como se isso fosse possível.

A interiorização da Universidade é a única forma de criar áreas tranquilas de aprendizado e mão-de-obra ao mesmo tempo que evita que os grandes centros, como Recife, se tornem menos angustiantes e mais humanos.

José Cícero de Barros Pinto, Brasileiro, casado, natural de Brejão - Pernambuco, nascido  em  10 de setembro de 1946.

1959 - Conclui curso de alfabetização e primário em escola do Sítio Cágados, "Escola de Quedê" município de Brejão - Pe.

1963 - Conclui Curso Ginasial no Colégio Diocesano de Garanhuns.

1966 - Aprovado no Curso de Oficiais da Polícia Militar do Estado.

1966 - Aprovado no Colégio Universitário da Universidade Federal Rural convênio com a SUDENE.

1969 - Conclui o Curso de Oficiais da Polícia Militar de Pernambuco.

1970 - Aprovado no Curso de Engenharia Civil pela Universidade Católica de Pernambuco.

1975 - Conclui o Curso de Engenharia Civil pela Universidade Católica de Pernambuco.

1975 - Pós-Graduação em Engenharia Sanitária pela Universidade Católica de Pernambuco. 

1976  - Conclui Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais - PMPE.

1977 - Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Federal de Pernambuco.

1992 - Conclui Curso Superior da Polícia, na FUNDAJ.

PUBLICAÇÕES:

- Curso de Engenharia de Custo.

- Estudo de Variação de Preços na Indústria da Construção Civil (Sevt/85 a Fev/86).

- Publicação mensal do Informativo e Tabela de Preços do SINDUSCON.

- Sindicato da Indústria da Construção Civil do Recife (entre 1982 a 1989).

CURSOS MINISTRADOS:

Curso de Engenharia de Custo, Clube de Engenharia de Pernambuco.

MEDALHAS:


1 - Medalha Pernambucana do Mérito Policial Militar.

2 - Medalha de 10 (dez) anos da PM Passador de Bronze.

3 - Medalha de 20 (vinte) anos da PM Passador de Prata.

4 - Medalha 30 (trinta) anos da PM Passador de Ouro.

5 - Menção Honrosa do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura por relevantes serviços prestados a Sociedade Pernambucana.

Friday, September 13, 2013

SOUTO FILHO FOI UM DOS POLÍTICOS MAIS IMPORTANTES DA REPÚBLICA VELHA

ELEIÇÕES REALIZADAS EM 3 DE MAIO DE 1933, A PRIMEIRA COM O ADVENTO DO VOTO SECRETO E LIVRE, SOUTO FILHO FOI O ÚNICO CANDIDATO DA OPOSIÇÃO ELEITO PARA A ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE COM 3.921 VOTOS NO 1º TURNO.


 Souto Filho e dona Chiquita, com os filhos Souto Neto, Esther, e
Gerusa (no colo), e a professora Celeste Dutra (E),
 na casa de Garanhuns.


Discurso proferido por Souto Filho em sua volta triunfal à Garanhuns em 1933.


“Há pouco mais de três anos, quando eleito à Câmara Federal, dissolvida pelo poder das armas, os meus conterrâneos me ofereceram um banquete nesta cidade, no qual, diga-se de passagem, vi alguns convivas, que aqui não vejo. Naquele tempo, eu era um candidato do partido dominante e tinha nas mãos dos amigos todas as posições oficiais. Poder-se-ia dizer que ontem eu teria recebido um repasto de áulicos, mas, hoje, quando estou distante do poder, e por ele injustiçado e combatido, ninguém dirá que esta festa não seja uma viva expressão do sentimento de Garanhuns com o seu modesto filho, que, no decorrer da sua vida pública, sempre procurou honrar e engrandecer o rincão natal. É que a eloqüência  de agora, ressalta menos do fato em si mesmo, do que do momento e condições em que é feita.

Antonio Souto Filho, nasceu
em 29 de agosto de 1886  na
Fazenda Frexeiras, Vila de 
Brejão. Faleceu em 19 de
junho de 1937 aos 51 anos
de idade, vítima  de Infarto.
 O mesmo sofria de
Hipertensão Arterial Precoce.
A  de hoje vale mais do que a de ontem, tanto para vós, como para mim. Com o revés de outubro de 1930, advém-nos uma quadra de pleno arbítrio, na qual, ficamos sujeitos a toda sorte de achincalhes, de perseguições, de violências, de difamações, pondo-se no pelourinho das torturas morais, a honra dos vencidos, exceto a daqueles que, por fraqueza ou conveniência, foram se engajando nas fileiras dos vencedores.
Crivaramnos com todos os defeitos e imputaram-nos de todos os desmandos, crimes e malversações, numa orgia satânica deferir, denegrir e inutilizar, sem se lembrarem do que mais alto do que a injúria soez, há de falar a sociedade em que vivemos, testemunha incorruptível e serena dos erros e acertos dos nossos serviços e desserviços, dos nossos defeitos e qualidades dos nossos  adversários esperavam, que o processo de ultraje fosse suficiente para nos incompatibilizar com a opinião pública da nossa querida terra e que os sofrimentos morais vos abatessem o ânimo viril e vos matassem todas as aspirações, decorrentes do direito de cidadania. 

A todos prometo que, no seio da Assembléia Nacional Constituinte, procurarei desempenhar o mandato, com que me honraram, de conformidade com as minhas forças e de acordo tanto quanto possível, com o programa do partido, que inscreveu o meu nome no rol dos seus candidatos. Não darei lustre à investidura, mas me sinto com as necessárias forças morais para exercê-la com probidade e patriotismo, sem me deixar arrastar pelos desvarios da paixão partidária e sem me subordinar a outros interesses que não sejam do Brasil, ávido de ordem para prosperar, de direito para viver e de liberdade para respirar.

Nas resoluções desta Constituinte, que vai dar ao País politicamente desorganizado, o estatuto básico dos seus destinos, o meu voto e os meus esforços se somarão aos daqueles que propugnarem pelo restabelecimento das normas sábias e liberais da velha Constituição, que, a meu ver, só merece ligeiras modificações, reclamadas umas pela experiência da vida federativa e outras forçadas pelas circunstâncias do momento político. É possível que seja forçada a válvula fechada, como se fez na Constituinte 90/91 e a Nação possa começar a pôr seus delegados a se manifestar mais livremente.

Do anteprojeto constitucional, também mandado elaborar pelo Governo provisório pouco ou nada se conhece, mas, é de crer, que, não venham, em seu contexto, inovações exóticas ou dispositivos atentatórios da nossa crença religiosa e dos direitos de segurança, liberdade e propriedade tão caros a comunhão brasileira e tão resguardados pela Carta Política, que a revolução espatifou.

Destes-me, meus caros amigos, a vitória e ainda me festejais. Assinalas-te, assim, o ponto culminante de toda minha carreira política. Se pudesse encerrá-la hoje, recolher-me-ia à vida privada, sobranceiro e compensado de todas as suas agruras, abraçando os amigos que me elevaram e até perdoando os adversários, que, em vão, tentaram me desconceituar por todos os meios e modos. Mas isto não é possível: seria egoísmo, desprimor e fraqueza, seria não corresponder a vossa confiança e não ser digno dos vossos ingentes sacrifícios.

Antiga casa de Souto Filho, Praça Dom Moura, 44. Souto Filho passava horas no porão habitável, um espaço imenso tomando toda a extensão da casa, recebendo amigos e correligionários. Ali funcionava o seu gabinete, guarnecido com móveis de jacarandá e uma imensa mesa redonda. Era o seu “quartel- general”. A casa  mantém as características originais e representando uma linha arquitetônica ímpar na cidade, pois sua construção era resultado do apogeu do café. Foi erguida, em 1919, por José de Almeida, seu primeiro proprietário, comerciante e ex-prefeito de Garanhuns, que contratou o arquiteto italiano Bruno Giorgio para fazer o projeto. Todo o madeiramento para o assoalho e lambri foi importado do Pará. A entrada ao porão se dá por duas passagens, sendo uma, interna, com acesso direto à cozinha da casa. 


O meu lugar, é ao vosso lado. Agora e sempre.”ades. E já começou a falar, apesar de todas as coações exercidas contra os nossos amigos. Os nossos adversários esperavam, que o processo de ultraje fosse suficiente para nos incompatibilizar com a opinião pública da nossa querida terra e que os sofrimentos morais vos abatessem o ânimo viril e vos matassem todas as aspirações, decorrentes do direito de cidadania.

A todos prometo que, no seio da Assembléia Nacional Constituinte, procurarei desempenhar o mandato, com que me honraram, de conformidade com as minhas forças e de acordo tanto quanto possível, com o programa do partido, que inscreveu o meu nome no rol dos seus candidatos. Não darei lustre à investidura, mas me sinto com as necessárias forças morais para exercê-la com probidade e patriotismo, sem me deixar arrastar pelos desvarios da paixão partidária e sem me subordinar a outros interesses que não sejam do Brasil, ávido de ordem para prosperar, de direito para viver e de liberdade para respirar.

Nas resoluções desta Constituinte, que vai dar ao País politicamente desorganizado, o estatuto básico dos seus destinos, o meu voto e os meus esforços se somarão aos daqueles que propugnarem pelo restabelecimento das normas sábias e liberais da velha Constituição, que, a meu ver, só merece ligeiras modificações, reclamadas umas pela experiência da vida federativa e outras forçadas pelas circunstâncias do momento político.

É possível que seja forçada a válvula fechada, como se fez na Constituinte 90/91 e a Nação possa começar a pôr seus delegados a se manifestar mais livremente. Do anteprojeto constitucional, também mandado elaborar pelo Governo provisório pouco ou nada se conhece, mas, é de crer, que, não venham, em seu contexto, inovações exóticas ou dispositivos atentatórios da nossa crença religiosa e dos direitos de segurança, liberdade e propriedade tão caros a comunhão brasileira e tão resguardados pela Carta Política, que a revolução espatifou. Destes-me, meus caros amigos, a vitória e ainda me festejais. Assinalas-te, assim, o ponto culminante de toda minha carreira política.

Se pudesse encerrá-la hoje, recolher-me-ia à vida privada, sobranceiro e compensado de todas as suas agruras, abraçando os amigos que me elevaram e até perdoando os adversários, que, em vão, tentaram me desconceituar por todos os meios e modos. Mas isto não é possível: seria egoísmo, desprimor e fraqueza, seria não corresponder a vossa confiança e não ser digno dos vossos ingentes sacrifícios. O meu lugar, é ao vosso lado. Agora e sempre.
(Fonte da Pesquisa: Livro "A essência do político no frasquinho de veneno" de 
Ildefonso Fonseca).

PADRE FÁBIO DE MELO


Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores... Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...

Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...


Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.
Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara
que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.
Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)




GERALDO VANDRÉ - PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES

Thursday, September 12, 2013

POLÍCIA FEDERAL INSTALA DELEGACIA EM GARANHUNS

Do Blog do Ronaldo Cesar


O vereador Audálio Ramos Filho, presidente da Câmara Municipal, está comemorando uma grande conquista. Há alguns meses, entrou em contato com a Polícia Federal, enviando em seguida ofício à sua superintendência, requerendo uma delegacia para Garanhuns. A PF entrou em contato de volta, pediu informações e, através do gabinete do vereador, agendou uma reunião com o prefeito Izaías Régis.

Em encontro que acabou agora a pouco na prefeitura, ficou acertado que a Polícia Federal abrirá sua delegacia no município, que é cidade-polo de mais de 40 municípios, abrangendo mais de 600 mil habitantes e tem localização estratégica para o  interior do Nordeste.

Inicialmente a prefeitura vai locar uma casa que servirá para abrigar a delegacia, e paralelamente fará a doação de um terreno para a construção da sede da Polícia Federal em Garanhuns, em um investimento superior a R$ 7 milhões, com instalações completas, inclusive canil e heliporto.

O Delegado Federal Dário Marcio e o escrivão Juliano Correia representaram a Polícia Federal no encontro com o presidente da Câmara, Audálio Filho, e o prefeito Izaías Régis.

Com a Polícia Federal em Garanhuns, além da segurança institucional de um grande órgão presente em todo o país, ainda tem a questão econômica, pois são dezenas de funcionários, em diversas atividades, que se instalarão em nossa cidade, além do investimento federal necessário para o funcionamento da instituição.