Sunday, February 10, 2013

MENINO


Marcílio Reinaux

Antiga Rua do Recife, hoje Rua Dr. José Mariano.
Desenho em bico de pena de Marcílio Reinaux/1979.

Não.
Não fui um menino triste.
Puxando meu carrinho vermelho,
Ou empinando o meu bardo,
Ou jogando "chimbre" na Rua da Areia,
Ou correndo no "tribulim", nas
Noites de festas,
Fui Feliz.

Rabsicando
meus desenhos,
Nas aulas do meu Ginásio,
Ou correndo pelos sítios,
Ou subindo serras,
Ou descendo veredas
Não fui triste,
Fui feliz.

Brincando na 
Rua do Recife, ou
Triscando no Parque dos
Eucalíptos, ou descendo
no Pau Pombo, ou
Subindo o Monte Sinai,
Ou indo à gruta D'água,
Fui feliz.

Recebendo lições
da Professora Nísia,
Ensinamentos do Padre Adelmar,
Cantando os hinos do Colégio,
Ou triritando no frio do inverno,
Com a chuva fina molhada o rosto.
Não fui triste,
Fui feliz.
Fui Feliz.

Aconchegado
nos cobertores, por
baixo da garoa das
Das noites modorrentas e 
cumpridas. Ao som da
canção de ninar, sim
Fui feliz.

Não.
Não fui um menino triste.
Fui um menino,
Sou um homem,
Feliz.

(Garanhuns, Janeiro/1981).

Thursday, February 7, 2013

SAUDAÇÃO A GARANHUNS

Almerinda Espíndola Rodrigues


Cristo do Magano -  O ponto mais alto de
Garanhuns com 1.025 metros.
Minha hospitaleira terra
Situada numa serra,
Meu desejo é te saudar;
Da-me pois inspiração,
Terra da minha paixão,
Garanhuns,meu doce lar.

Dá-me a fé que se ascendeu
E que tanto floresceu
Na senda do meu passar;
O rumo da tua história,
Como foi tua vitória,
Teus louros,quero contar.

Quem subir a grande altura
Pode ver a estrutura
Do teu vulto varonil,
És a cidade ideal;Teu clima não tem igual,
Retalho do meu Brasil.

Tua linda primavera
Ressurgindo na esfera
Deste céu que nos rodeia
É mania que atrai
A quem vem e a quem vai
Como canto da sereia.

Lá de cima do sinai
A nossa visão se esvai
Num agreste campinal,
De onde amão da natureza
Te despertou com certeza
Numa manhã de cristal.

Antes mesmo do magano
Destacando um novo plano
Do mirante a ti olhar,
Dos eucaliptos sombrios
Teus braços longos esguios
Parecem nos encontrar.

O pau pombo,decantado,
Nascido no teu reinado
Tem encanto sedutor.
O namorado em segredo
Ali faz o seu enredo
Num doce sonho de amor

O turista então cansado,
Muitas vezes revoltado,
Canta sonhos de ilusão.
Ao ver o seu panorama
Toda a sua alma inflama,
Num palpitar de emoção.

Dos teus sítios agrestados,
Bem pertinho ou afastados,
Surpreende o esplendor...
O cravo com seu ciúme,
A rosa com seu perfume,
O lírio com seu alvor.

Na pujança do teu brilho
Já se faz um estribilho:
Na tristeza ou no deleite,
Envolvidos na paisagem
De uma verde ramagem,
Vamos ver copo-de-leite.

No sopé destes teus montes
Jorram alvas lindas fontes
De água pura e cristalina:
Vila Maria que canta
E a serra branca que encanta,
Pau-Pombo e Vila Regina.

São Luiz e São Vicente,
Dois mananciais potentes
De água limpa salutar,
São mais duas nascentes
Para Garanhuns somente
Ter do que se orgulhar.

Doce berço de instrução
Donde emana educação
Da gente da nossa terra.
Poetas,prosadores,
Engenheiros e doutores
Nasceram sim nesta terra.

E o relógio florido,
Neste teu solo erguido
Deixa o povo a cada hora
Mais e mais embevecido
Proclamando a tua história
Neste torrão tão querido.

Serra de Garanhuns,
Terra dos guarás,dos anuns,
Onde o ensino é de verdade.
Suíça Pernambucana,
Teu povo todo se ufana,
De seres grande cidade.

Instalada ao pé do monte,
No dever alto e constante
De notícias irradiar,Fica sua difusora
De beleza promissora
Trabalhando sem cessar.

Salve,salve pioneira,
Desta terra hospitaleira
Da qual és o porta-voz
Teu nome será lembrado
Com Pessoa de Queiroz.

Eu te amo minha terra
Pela beleza que encerra
O teu manto florestal;
Em ti sempre hei de viver
E em outra não quero morrer.
Tua flâmula é meu fanal.

Pela glória dos teus brilhos
E a nobreza dos teus filhos,
Quero sim te apresentar
Esta simples saudação
Ditada do coração.
Garanhuns meu doce lar.

Wednesday, February 6, 2013

HISTÓRIA DE GARANHUNS - A CONTROVÉRSIA DA DATA - PROF. ANTÔNIO VILELA

DO BLOG DO RONALDO  CESAR

Foto do centro de Garanhuns em dia de feira

Literalmente falando a história de Garanhuns tem início quando Simôa Gomes de Azevedo, através de escritura pública doa a confraria das almas uma quadra de terra para a construção da capela da Freguesia de Santo Antonio do Ararobá em 1742, esta capela inicialmente foi construída em taipa e depois reformada em alvenaria.

Ao entorno da capela surgiram as primeiras casas. O povoado foi crescendo por influência de seu clima ameno, suas fontes de águas minerais e por sua pecuária que despontava no interior de Pernambuco.

Pelo alvará de 10 de março de 1811, por solicitação do então governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, foi criada a Vila de Santo Antônio de Garanhuns. Neste mesmo ano de 1811 a capela foi reconstruída e transformada na Matriz de Santo Antonio. Esta matriz localizada na antiga avenida Rio Branco, hoje Avenida Santo Antônio, no atual prédio do Banco do Brasil. O seu primeiro vigário foi Fabrício da Costa Ferreira.

Somente em 1855 por iniciativa do Padre Nemézio de São João Guaberto foi iniciado a construção da Catedral de Santo Antonio e concluída em 1859. Ainda foi reformada em 1872 e em 1906 recebeu melhoramentos, em especial a fachada que apresenta sua característica atual.

A lei provincial número 22 de 6 de junho de 1836, cria a comarca de Garanhuns, desanexado da jurisdição da comarca de Brejo da Madre de Deus, tendo como primeiro juiz de direito o Dr. João Pereira de Carvalho, em 1837.

Eis as provas contundentes que a criação de Santo Antonio de Garanhuns é mesmo 10 de março de 1811, pois em 6 de junho de 1836 foi estabelecida sua comarca.

A elevação da Vila para categoria de cidade se deu através do projeto do deputado provinciano Silvino Guilherme de Barros, projeto numero 1.309 do dia 4 de fevereiro de 1879, este projeto é outros quinhentos, não emancipa, eleva a vila à categoria de cidade. Antes do centenário em 1979, o aniversário de Garanhuns era comemorado em 10 de março.

Garanhuns já nasceu com "tendência para as alturas", nunca pertenceu a outro município. Por esta razão defendo que o aniversário de Garanhuns é mesmo 10 de março de 1811, portanto são 202 anos de história que orgulha o nosso povo.

Parabéns terra de Simoa pelos 134 anos de elevação de Vila para cidade.

"Garanhuns existe entre sete colinas, Deus é de lá". - Poeta Ronildo Maia Leite

Professor Antônio Vilela - Professor e historiador
AGORA COMIGO: Recebemos este texto amigo professor Vilela, um dos co-fundadores do Instituto Garanhuns. Já é praticamente consenso entre os associados que a data de aniversário de Garanhuns deve ser revista. 4 de fevereiro é a elevação de Vila à Cidade, mas Garanhuns não pode ser mais jovem que municípios que faziam parte de sua abrangência político-geográfica, portanto, como a maioria dos entes federativos, deve se comemorar desde os primeiros momentos históricos de sua criação. Assim foi com o Brasil 500 anos, ou cidades como Recife e Olinda que contam já com séculos.
São datas em separado que Garanhuns precisa enaltecer, mas é muito mais palatável entender que nossa cidade tem 202 anos, fortalecendo sua importância histórica na formação geopolítica do estado de Pernambuco.
Recebemos também do professor Vilela uma cervo fotográfico que iremos disponibilizar para vocês. Registros de uma Garanhuns antiga que poucos conhecem. Seus eventos, lugares, prédios e pessoas que foram importantes ao longo do tempo.

Monday, February 4, 2013

UM PREFEITO DE GARANHUNS

Luiz Souto Dourado (in memoriam)

Ano de 1961. Dom Adelino Dantas, Dr. Ivaldo Dourado,
Humberto Alves de Moraes, Profº Gonçalves Dias e  o ex-
Prefeito Aloísio Souto Pinto.
O último dia do ano não é o último dia do tempo, disse Drummond. Mas  para Aloísio Souto Pinto foi. Mal surgia 1969, um sentimento de frustração, de perda, vinha abater a euforia, a esperança no novo ano.

Estava ainda na missa, quando soube a notícia. E assisti aquela multidão deslocar-se para a casa dele, para aquela mesma casa para onde fora tantas vezes levar Aloísio, depois das suas vitórias. Na verdade, ele fora um íntimo do povo e das vitórias. Já estava acostumado com o calor de ambos.  A derrota para ele era um choque insuportável, uma dor imensa. Um ano novo, um novo dia, não mais lhe interessava. Aquele povo que agora corria para sua casa, havia lhe falhado, daquela vez. E agora o povo, numa passeata que seria a última, levava Aloísio para a viagem sem retorno. Imagino que ele gostaria de ver aquele espetáculo comovente em torno de si. Tão comovente que me senti o grande derrotado da eleição que ganhara. O vitorioso era o morto que o povo chorava.

No meu entender, Aloísio não foi propriamente um coronel, com postura e o poder dos coronéis da política de antigamente. Foi mais um líder popular, com a casa sempre aberta e uma invulgar disposição de interferir em favor do amigo, de ajudar os humildes.

A sua época também não comportava mais coronéis. Garanhuns já entrava numa faixa de desenvolvimento, de politização, em que, como consequência, a figura do coronel ia se diluindo. A estrada pavimentada, o banco privado, a microondas, a televisão, a chegada diária dos jornais, a escola superior, o sindicato, a previdência social, enfim  a transformação do município em pólo de desenvolvimento de uma região, transformava o antigo coronel, ou o tradicional chefe político, num líder, quando ele tem consciência dos problemas da  coletividade. Ou num líder popular, quando ele tem qualidades e ainda carisma. O líder popular tem necessariamente de movimentar os problemas do povo, comunicar-se com o povo, estar ao seu lado. O voto, que era uma contrapartida do favor pessoal, um voto de gratidão, passa a ser um voto de reconhecimento pela solução obtida de problemas comuns. O voto de reconhecimento da comunidade ao líder, substitui o voto de gratidão ao coronel. Por isso Aloísio não foi propriamente um coronel. Foi, isto sim, um líder popular.

A fantasia é um expediente dos políticos, disse um escritor moderno. Aloísio não era um fantasista. Antes, era um realista. A política para ele era também a arte do possível, como na definição clássica. Mais um exercício do poder do que mesmo uma escalada para o poder. Exerceu-a no plano municipal, sem de nada abrir mão. Entre ajudar, como deputado, e exercer como prefeito, preferiu esta hipótese. Ou se possível, acumular os dois mandatos. Daí a tentativa de mais um eleição, que, infelizmente, foi a última.

Fiz o possível para que ele não participasse da eleição. Se estava na Assembléia, ficasse por lá. Ela já fora prefeito e eu já fora deputado. Tínhamos o mesmo sobrenome e o mesmo desejo de trabalhar por Garanhuns. Depois inverteríamos os papéis. Chegou a concordar, a princípio. Mas deixou-se levar pela paixão. Era um enciumado pela cidade. Diria quase um passional. Mostraria que ninguém a arrebatava. Iria às últimas consequências, na disputa por esse amor, por essa posse. E foi. Reconheço que Aloísio era um telúrico. Dominava-o um estremado sentimento da terra, das causas de sua terra. Na seleção da cidade, jogava na defesa, como se alguém pretendesse tomar-lhe a cidade. Nas passeatas do Diocesano, desfilava a cavalo, como se defendesse uma cidadela.

Sabendo e sentindo tudo isso,inaugurei o seu retrato na Estação Rodoviária, que concluímos. Dei o seu nome ao trecho da praça, que ele iniciara mas não pudera terminar. Procurei assim do seu nome fazer sempre uma lembrança. Aliás, muito fácil para quem deixa o nome no coração do povo. (Luiz Souto Dourado foi  Secretário do Interior e Justiça do Governo Arraes, deputado estadual  em três legislaturas e prefeito de Garanhuns entre 1969 e 1973).

Monday, January 28, 2013

CANTAR A ALEGRIA DE VIVER

Dom José Adelino Dantas

Aqui chegando fui ouvir o maravilhoso cantar a alegria de viver, do Coral de Garanhuns. Ao meu ver Garanhuns tem agora um motivo a mais de projetar-se lá fora. Antigamente, eram somente as suas flores, o clima e a nobreza de sua gente o faziam formosa por toda parte.Hoje, isso tudo se enclina ante um outro valor. O Coral do Arraial é esse valor novo para projetar Garanhuns por todo o mundo.É um encanto ouví-lo. Um momento de felicidade e exultação. Esse coral honraria e enalteceria qualquer cidade, como o mestre Felinto Lúcio o nome de Carnaúba para além de nossas fronteiros. Ouvir esse coral é, como o foi para mim, ouvir os grandes corais de Bach, Beethoven, ou Mozart, que eu graças a Deus, já me acostumei a ouvir. Aquele "Uirapuru", "Assun Preto", "Noite Feliz", como "O Magnificat" levam a gente para além das estrelas. Garanhuns cresceu muito com a publicação do "Coral do Arraial", pena que execuções como "Noite Feliz", como todas as demais tenham tido duração tão breve, pois a gente fica desejando mais. Esse padre Luís é fabuloso e mais fabuloso é seu esforço.

Que voz de barítono maravilhosa a dele no "Uirapuru" e "Noite Feliz".

Entendo o lançamento do "Cantar a alegria de viver" no sentido de uma reparação.  Os jovens integrantes do Coral do arraial vieram provar que aqui, neste Brasil, há gente que pode alimentar-se de estrelas, não só de lama. É uma glória e uma honra. E é Garanhuns, enfim, a grande credora dessa glória. Meus parabéns e minha alegria sem termos de qualificação.

Que outros lançamentos venham enriquecer, de futuro, a esse primeiro.(Dom José Adelino Dantas foi o  6º Bispo de Garanhuns (1958-1967), na foto Coral do Arraial década de 70).



Sunday, January 27, 2013

RAÍZES HISTÓRICAS DO COLÉGIO QUINZE

D. Rena Butler

Antes dos idos de 1900 um casal de missionários norte-americanos aportou em Pernambuco, trazendo a mensagem salvadora do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, como muitos outros que a partir do grande pioneiro Anshbel Green Simoton, ao Brasil viriam com essa finalidade, desde o século anterior. Chamavam-se Willian e Rena  Butler.
 Cêdo reconheceram a necessidade de além do trabalho missionário que vieram fazer, dar instrução a um grupo de moços que haviam conhecido e aceitado o Evangelho da graça de cristo. Aspiravam estudar para o Ministério nesta aprazível e cativante cidade de Garanhuns. O Casal resolveu ministrar ao grupo lições de diversas disciplinas acalentados pelo sonho de vê-los educados e prontos para a vida.
 Se por um lado havia sonho e trabalho do médico Dr. Willian Butler, pastor dedicado, pregador entusiasta da palavra, por outro, os jovens desejosos de adestrarem cultural e espiritualmente suas vidas correspondiam em todos os aspectos as  expectativas e ansiedades do casal. Willian e Rena prosseguiram o ideal com alegria, permeada de incertezas. Fundar uma escola a partir destas coisas ações, foi  bendita centelha aparentemente inexpressível que viria a medrar e a brilhar pela graça de Deus,  colocando nos corações daqueles primeiros abnegados servos, dedicado no trabalho do Ministério da Pregação e do Magistério. Parecia até inexequível aos olhos de muitos, um estrangeiro lançar-se  a tão ingente empreitada.
 O idealimso do Dr. Willian Butler, secundado pela compreensão de sua esposa D. Renan provaram através destas histórias, bem ao contrário, do que pensavam os indiferentes.
 A benfaseja semente de instrução havia sido lançado para uma próspera colheita no porvir. Mas, ninguém trabalha só na obra do Senhor. E Deus tinha preparado outros companheiros que cedo viriam ajudar o Dr. Butler no seu ideal. O sonho dele logo veio a ser alimentado com o convite feito e aceito ao Reverendo Martinho de Oliveira para ajudar e continuar aquela senda: levar o ensino educacional, com a marca do Evangelho, que já desabrochava vigoroAbriasamente em Garanhuns. A motivação inicial de fundar uma escola organizada, permanecia na mente dos rapazes e moças que estudavam ainda, com o casal Butler. Precisavam ter agora orientação pedagógica para os filhos dos evangélicos da cidade que já eram numerosos.
 Ainda na primeira década do século passado, os Butler foram para Canhotinho e montaram ali um hospital. Em Garanhuns com o reverendo Martinho de Oliveira continuaram todos os trabalhos. A escola já funcionava a pleno vapor. Abria as suas portas a tantos quantos solicitassem. Não fazia restrições de pessoas, nem de classes. O ensino era para todos, independente de credo religioso. Com o novo século. Um novo limiar do ensino e da educação. O embrião do Colégio Quinze estava pronto para medrar. Vários outros professores se aproximavam do entusiasmo do Reverendo Martinho de Oliveira, dando a sua vida com denodado sacrifício por ter ali em Garanhuns, um fecundo estabelecimento de ensino, para servir a Deus. a Pátria e a Garanhuns. (Fonte: Livro Colégio Quinze 85 anos servindo a Deus, à Pátria e a Garanhuns, de Urbano Vitalino e  Marcílio Reinaux).

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