Saturday, June 29, 2013

GARANHUNS DORMIU MAIS TARDE E ACORDOU MAIS FELIZ


Do Blog Jornal Sináculo

Mais uma vez Garanhuns dormiu mais tarde e não foi pelas festas de São Pedro...Desta feita foi para esperar a apresentação de nossa rainha(cresceu e deixou de ser princesa), Andrea Amorim em um programa de muito crédito em uma conhecida emissora de TV.
A loiraça não decepcionou. Cantou, dançou, esbanjou charme e muito talento ao lado do fantástico Roberto Menescal, esse pescador de talentos que já a acompanha há algum tempo.
Foi mais um degrau que a cantora jornalista subiu e todos nós fomos juntos...
Garanhuns mais uma vez se curva diante de tanto talento...Aplaudiu.... Se emocionou, Se encantou... E dormiu mais feliz sob a luz da sua estrela maior: Andrea Amorim.

Friday, June 28, 2013

HISTÓRIA DE GARANHUNS: A COLONIZAÇÃO

Índios tendo suas terras invadidas
A história de Garanhuns remonta à primeira metade do século XVII, com o estabelecimento no planalto da tribo      de
índios Cariris, denominada Unhauhu, de corrutela Garanhu, donde o primitivo nome da terra de Campos dos Ganhun, gravado nos mais antigos documentos, descobertos pelo Dr. Ernesto Enes, no Arquivo Ultramarino de Lisboa, e pelo autor Alfredo Leite Cavalcanti, nos arquivos dos cartórios garanhuenses.

Essa história é contemporânea da guerra holandesa e começo das guerrilhas dos escravos pretos, fugidos para os "quilombos" dos Palmares.

Sucedeu um século à História do desbravamento dos sertões do rio São Francisco, pelos vaqueiros do Nordeste e pelos soldados da Milícia, nos pródromos da fundação da Capitania de Pernambuco, em 1534, e expulsão dos índios Caetés, de sua primitiva aldeia "Marin", e consequente internamento desses silvícolas pelas ribeiras do grande rio mediterrâneo brasileiro.

Pereira da Costa relatou nos Anais Pernambucanos "que o rio São Francisco, que constitui o limite sul das terras de Pernambuco, doadas a Duarte Coelho, em 25 de setembro de 1534, e de todo lhe pertencendo, bem como todas as suas ilhas, segundo os diplomas régios de doação e o foral da Capitania, quando sua posse, o donatário fez algumas tentativas de exploração do seu vale interior".

Essas tentativas, de certo modo, surtiram efeito para o povoamento do baixo São Francisco, mediante o estabelecimento de alguns currais de criação e de algumas vilas.

No meado do século XVI, o monarca D. João III, interessando-se pelo desenvolvimento do sertão do Nordeste, ordenou no Regimento entregue ao Governador Geral D. Tomé de Souza, em 17 de dezembro de 1548, que, "sendo de muita conveniência descobrirem-se as terras sertanejas, para esse cometimento, logo que chegasse ao Brasil, enviasse alguns bergantins com soldados da Milícia, pelo rio São Francisco acima, com línguas e práticos, fincando marcos e tomando posse das terras descobertas".

Sucedendo a D. Duarte Coelho, na Donataria de Pernambuco, seu filho Duarte Albuquerque Coelho o primogênito ainda no Reino, tratou logo desta conquista e, regressando à sua Capitania, uniu-se ao seu irmão, Jorge de Albuquerque Coelho, empreendendo no ano de 1560 uma grande expedição ao rio São Francisco.

"Nesta jornada", disse Pereira da Costa, "restaurou algumas pequenas povoações situadas à sua margem, em cujo número fique a do Penedo e, consequentemente, com uma campanha de conquista dos silvícolas se consumiram cinco longos anos, em cujas lutas percorreu o exército pernambucano as planícies, as montanhas e os desertos daquela zona sertaneja, desde os seus limites ao sul pelo mesmo rio, até o extremo norte, exterminando a grande maioria das populações indígenas que habitavam o vale".

Foi somente no ano de 1573, que o feudatário da Casa da Torre, Garcia d'Ávila, chegou a Sergipe, na margem direita do rio São Francisco, onde chantou marco de fundamento de sua Capitania.

Quando Cristovão de Barros tomou posse do governo da Bahia, em 1590, empreendeu e conseguiu a conquista das terras de Sergipe, obtendo pelas vantagens da escravidão, a que foram submetidos os índios Caetés vencidos, poderoso incentivo para a vitoriosa empresa de que, efetivamente, disse Pereira da Costa, resultou avultado concurso de gente de Pernambuco e da Bahia.

Não podendo os selvagens resistir ao embate de um considerável exército, dispondo de grossa artilharia e de numerosas forças de infantaria e cavalaria, além de quase três mil índios frecheiros aliados, viram eles, inopinadamente, invadidas e taladas as suas terras, destruídas as suas aldeias e lavouras e, por fim, depois de uma defesa heróica em combates e assédios, saem vencidos, custando-lhes a terrível campanha cerca de três mil mortos e caindo prisioneiros e escravos quatro mil, que foram divididos pelos expedicionários, como vantagens da guerra".

Através, portanto, dessa inglória campanha de extermínio dos silvícolas e mediante a instalação dos currais de gado e penetração dos rebanhos, tangidos pelos valentes vaqueiros do Nordeste, é que se processou realmente o desbravamento daquela região ignota e feraz, consolidando-se a posse indiscutível dos vastos latifúndios devolutos, em face do direito adquirido pelo "uti possidets".

Esse foi o processo primário empregado pelos colonizadores para a conquista das terras sertanejas, mediante a outorga de sesmarias pelo Reino.

"A criação do gado", disse o Prof. Osório de Souza Reis, que foi a causa primordial da expansão geográfica do Brasil oriental, desenvolveu-se, a princípio, nas imediações da cidade do Salvador e, pouco a pouco, foi se estendendo a Sergipe, a Pernambuco e para o interior, ao longo do rio São Francisco. À medida que a criação se afastava do litoral, iam-se abrindo caminhos e fundando povoados, em torno de fazendas dos vaqueiros. Vida aspérrima, embora dura que a dos bandeirantes, passaram esses primeiros ocupadores do sertão".

"Não eram os donos das sesmarias", escreveu Capistrano de Abreu, "mas, escravos ou prepostos. Carne e leite havia em abundância, mas isto apenas. A farinha, único alimento em que o povo tem confiança, faltou-lhes a princípio, por julgarem a terra imprópria ao cultivo da mandioca, não por defeito do solo, mas pela falta de chuva, durante a maior parte do ano. O milho, a não ser verde, afugentava pelo penoso preparo naqueles distritos estranhos ao uso do monjolo. As frutas mais silvestres, as qualidades de mel menos saborosas, eram devoradas com avidez. Podem-se apanhar muitos fatos da vida daqueles sertanejos, dizendo que atravessaram a época do couro. De couro era a porta das cabanas, o rude leito aplicado ao chão duro. De couro, todas as cordas, a borracha para carregar água, o mocó ou alforge para levar comida, a mala  para guardar roupas, a mochila para milhar cavalo, as peias para prendê-lo em viagem, as bainhas de facas, as bruacas e os surrões, a roupa de entrar no mato, os banguês para curtume, ou para apurar o sal; para  os açudes, o material de aterro era levado em couros puxados por juntas de bois, que calcavam a terra com o seu peso; em couro pisava-se tabaco para o nariz".

Quando Cristovão de Barros, no ano de 1590, iniciou a conquista daquela terra, as boiadas tangidas do sul já haviam ultrapassado o rio Itapecuru.

De 1590 a 1600, as campinas entre o rio Real e o São Francisco povoaram-se de tão numeroso concurso de pastores que, segundo Frei Vicente do Salvador, "desde  o ano de 1627, dali se provêem de bois os engenhos da Bahia e de Pernambuco, e os "açougues de carnes".

"O rio São Francisco", disse Pedro Calmon, "foi um polarizador. Nenhum outro rio do Brasil teve uma função histórica tão constante. A sua importância, como condensador de povos, pertence à Arqueologia da América".

"Gabriel Soares dá notícia da localização de populações naquele vale fértil, cimitarra de terras agrícolas, cortando o desolado sertão. Quase todas as raças indígenas do Brasil, excetuando-se apenas os Aruaques, ali se estabeleceram. Assim, os Gês, os Tupis, os Cariris e mesmo os Caribes perlustraram aquelas regiões ferazes. Cada uma dessas famílias, rivalizando com as vizinhas, conquistou, em tempos pré-colombianos, o seu direito de beber e pescar no rio providencial, espécie de torrente milagrosa, que ficava para além da caatinga inabitável, estrada móvel, enriquecendo com as cheias periódicas, como o Nilo, um solo salitroso e fecundo".

"De Pernambuco e da Bahia, os criadores seguiam, lenta mas seguramente, o rumo do São Francisco. Depois acompanhavam-lhes as margens. Embarcados, os primeiros chegaram à barra do rio Grande, subiram até o Carinhanha, remontaram às terras centrais que foram, mais tarde, as Minas Gerais. Nem para alcançar o São Francisco os nordestinos precisavam armar as suas bandeiras; o próprio deslocamento dos rebanhos e a necessidade de pastos, que tornavam as fazendas imensas, alargaram o âmbito do gado até o vale maravilhoso. Deveras, o São Francisco atraiu os rebanhos de Pernambuco, cujos engenhos passaram a dispor apenas dos bois necessários ao manejo dos trapiches, tanto que lá se abasteciam das boiadas inumeráveis, ao tempo dos holandeses".

"A Casa da Torre retomou, em 1627, os trabalhos do seu fundador Garcia d'Ávila e achou a comunicação com o São Francisco por Jacobina. Recolhera ela a experiência de Belchior Dias Moreira, que subira ou acompanhara  o São Francisco, entre a barra do rio Salitre e o Parnamirim, de lá trazendo histórias de minas de prata, que justificariam, por cento e  cinquenta anos, expedições, pesquisas, caças de índios. O gado irrompeu com os sertanistas. As estradas de boiadas foram os caminhos definitivos. Pelos mesmos transitou o exército português, nas guerras com o flamengo invasor de Pernambuco e por eles rolou o povoamento, semeando aldeias e vilas por todo o nordeste".

"A Casa da Torre", disse o Prof. Joaquim Silva, "foi, em meados do século XVII, um dos maiores centros de expansão pastoril para o Nordeste. Dessas terras foi que partiram para as suas grandes empresas os sertanistas Domingos Afonso Sertão, Domingos Jorge Velho e Matias Cardoso de Almeida".

Desde modo, começou o povoamento de Pernambuco, através da penetração do rio São Francisco, com o estabelecimento dos currais de gado e fazendas de criação, no vasto interior do Estado, subindo os vaqueiros os afluentes da margem esquerda e, uma vez descobertas as suas nascentes, transpuseram os seus divisores de água e alcançaram os cursos dos rios da bacia do Atlântico, pelos quais desceram.(Fonte da Pesquisa: Livro "História de Garanhuns", de Alfredo Leite Cavalcanti).

Wednesday, June 26, 2013

UM ESCRITOR QUE ORGULHA GARANHUNS

Do Blog do Roberto Almeida



"Dias de Febre na Cabeça", do escritor garanhuense Nivaldo Tenório, é antes de qualquer coisa boa literatura. É um livro para ler e reler, tanto pelo texto apurado, com estilo, quanto pelas possibilidades de compreensão ou entendimento oferecidas em cada história.

Neste seu novo livro, Nivaldo é já o escritor maduro, que sabe onde quer chegar. Na literatura nacional, segue a vertente de Machado de Assis e Osman Lins, tanto no modo de escrever, mais cerebral, quanto nas preocupações como autor. O foco do garanhuense é a psicologia dos personagens, é a "miséria humana"; sem concessões, apelos comerciais ou romantismos de qualquer espécie.

Os contos de Nivaldo Tenório têm uma atmosfera sombria, lembram Kafka, sobretudo o da obra prima "A Metamorfose".

O escritor não situa lugares, datas; não se preocupa com os rostos, com a superfície. Seu objeto é a alma e talvez o sofrimento humano.

Homens de meia idade ou idosos são os personagens principais do livro. Dilacerados por dúvidas, erros, incertezas, doenças, lembranças ou perspectivas de morte.

Mesmo lidando com temas tão áridos, o autor construiu um livro belo, tocante, enriquecedor.

É pena que tão pouca gente lê nesses Brasis.

Mesmo em Garanhuns, acredito, muitos se privarão do prazer estético da literatura de Nivaldo Tenório.

Dias de Febre na Cabeça tem uma unidade impressionante, mas ousaria destacar nos 14 contos do livro  as narrativas Bizarro Caleidoscópio, Labirintite, Pulgas e a história que dá título ao volume.

Nivaldo por certo não foi elogiado à toa por escritores e jornalistas da capital. Ele é motivo de orgulho para nós, garanhuenses de nascença ou de coração.

Wednesday, June 19, 2013

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS PIONEIROS DA CIDADE DE GARANHUNS

Foto da década de 30: Sanatório Dr. Tavares Correia   instalado em
Garanhuns em  18 de  maio de 1929. Hoje Hotel Tavares Correia.

  • Ferreira Costa, desde 1884;
  • Sapato's, de início era a  Sapataria Moderna , onde hoje é Iza Calçados. Como Sapataria Moderna, desde o início do Século XX, entre 1900 a 1905.
  • Posto de Saúde São Sebastião (Farmácia São Sebastião, bairro Boa Vista), a primeira estabelecida em Garanhuns entre o final do Século XIX e o início do Século XX, segundo seus proprietários;
  • Livraria e gráfica escolar Manoel V. Gouveia Ltda, atual Gráfica Escolar, desde 02/09/1924;
  • Hotel Tavares Correia (onde antes era o sanatório), desde 1929;
  • Armazém Avenida, desde a década de 30;
  • Banca a Sorte, desde 1938;
  • Foto Veneza, desde 1940;
  • Empresa Auto Viação Progresso, hoje dividida em Progresso e Jotude. Década de 1940;
  • Foto Guacyra, desde 1948;
  • O barbeiro mais antigo de Garanhuns, s Sr. Alcides Pereira da Silva, desde 1952;
  • Casa Omega, desde 1954;
  • Casa São Jorge, desde 1954;
  • Comercial Ramos Bezerra, desde 1958;
  • Magazine Pérola (antes Pérola Jóias), desde 1970.(Fonte:Livro "Garanhuns em Versos" de Gonzaga de Garanhuns).

Tuesday, June 18, 2013

PADRES QUE PASSARAM PELA PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO


Padre Francisco de Luna
Pe. Francisco de Luna
Pe. José de Anchieta Callou
Pe. Rodolpho Martins Moreira
Pe. Leão Kuipers, SCJ
Pe. Ignácio Bloensat, SCJ
Pe. Henrique Van Iersel, SCJ
Pe. Leonard Wytemberg, SCJ
Pe. Miguel Reese, SCJ
Pe. Cornélio Wolke, SCJ
Pe. José Cobben, SCJ
Pe. Matias Lemmens, SCJ
Pe. João Briggeman, SCJ
Pe Bonifácio Hermelinck, SCJ
Pe. Egidio Van Well, SCJ
Pe. José Tavares do Carmo, SCJ
Pe. João Vandebeeck, SCJ
Pe. Felipe Werter, SCJ
Pe. Antonio Martinos Van Roy, SCJ
Pe. João Mauricio de Santana, SCJ
Pe. Carlos André Vieira Alexandre Paes
Pe. Marcelo Protazio Alves
Pe. Edson Alves Viana
Pe. José Émerson Alves da Silva (Atual).

Durante o período de (14/08/1925 a 11/11/1995) a Paróquia foi administrada pelos padres da Ordem do Sagrado Coração de Jesus (SCJ), dos quais vários administraram a Paróquia por mais de uma vez. (Fonte da pesquisa: Jornal  "A BOA NOTÍCIA").

GRUPO GAIAMÁLGAMA RECEBERÁ, "TROFÉU MAURO SOUZA LIMA" NO PRÓXIMO MÊS NA CIDADE DE GARANHUNS

Do Blog Jornal Sináculo

FIG2013 Selecionados na convocatória do Fig 2013 são divulgados
           O Grupo garanhuense “Gaiamálgama” receberá, no próximo mês o troféu "Mauro Souza Lima" que é destinado às pessoas ou Entidades que fazem uma diferença nas artes, na cultura, na educação e no desenvolvimento da cidade. O prêmio, concedido pela colunista Selma Mello, através dos Jornal e Blog Sináculo,  é uma homenagem e reconhecimento ao grande poeta, jornalista, escritor, colecionador, empresário, domador, ex-vereador entre outras atividades executadas pelo polivalente Mauro Lima que sendo homenageado em vida, deixa o prêmio ainda mais competitivo e emocionante. Este ano a edição do Prêmio será realizada na CDL no dia 04 às 19 horas e terá as apresentações especiais do maior saxonista da região, César Henrique, o extraordinário Ronaldo César e o Grupo acima citado.
     O nome “Gaiamálgama” tem como base em sua composição a palavra “Gaia”, mitologicamente, significa Terra-Mãe Presente na mitologia Grega, e fundida com a palavra "amálgama" que significa a mistura de elementos diferentes que formam um único elemento. Gaiamálgama é um grupo que se caracteriza pela multiplicidade de linguagens, que as utiliza para tecer sua música. Recolhendo em canções tradicionais de vários lugares do mundo, as influências necessárias para fundir a cultura do mundo em um trabalho singular. Ou seja, essa pesquisa é a inspiração, através das mitologias, crenças, ritos dos povos, para uma elaboração única que se reflete nas composições próprias do grupo.
         Das canções pesquisadas, as de cunho folclórico e espiritualista , são as que têm maior proximidade com a proposta de música. As letras estão em diversas línguas e dialetos dos diversos países, tendo também, composições próprias do grupo, em uma linguagem universalista, que utiliza o alfabeto ocidental, em especial, as línguas latinas, chamada de ‘Edrâmico’                Compõem o grupo seis instrumentistas e cinco performáticos integrantes, que cantam, dançam e interpretam. As vestimentas remetem à Idade Média. Na apresentação, um dialeto, criado pela própria companhia, é usado para dar vida a canções tradicionais de outros países. Hungria, Índia e povos da região da Galícia são homenageados por Zhara Lins, Michele Noronha, Elnatã Souto, João Paulo Ferreira e Diorges Albuquerque.

Friday, June 14, 2013

INSTITUTO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E CULTURAL DE GARANHUNS




Futura sede do Instituto Garanhuns, localizada à Praça Dom Moura, 44 -  Casa onde residiu o  Dr. Souto Filho. Logomarca do Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, criada pelo Artista Plástico Espedito Dias.   O Instituto Garanhuns tem buscado parcerias no sentido de resgatar e preservar a história de Garanhuns, e muito em breve oferecerá aos pesquisadores e estudantes um espaço de estudo e divulgação de conhecimentos.

OBJETIVOS E FINALIDADES DO INSTITUTO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E CULTURAL DE GARANHUNS:

I - O estudo e guarda da história, arqueologia, geografia e cultura do Brasil, de Pernambuco e especialmente de Garanhuns;

II - Reunir, conservar e divulgar,documentos, livros, revistas, jornais, O objetos de interesse para a história, geografia e cultura do município, constituindo estes, seus arquivos, biblioteca e museu;

III - Manter intercâmbio com entidades congêneres, universidades, pesquisadores, entes públicos e privados, do Brasil e de outros países, visando à difusão cultural;

IV - Celebrar convênios, pareceres e contratos, bi e multilaterais, com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, em prol de seus objetivos, podendo prestar serviços de consultoria, pesquisa, projetos e atividades afins;

V - Promover cursos, oficinas, exposições, seminários e outros eventos que contribuam para o desenvolvimento da cultura;

VI - Divulgar, através dos meios gráficos, audiovisuais e eletrônicos, estudos sobre história, arqueologia, cultura e geografia de Garanhuns e de Pernambuco, bem como a divulgação de livros, artigos ou outras produções científicas de seus sócios, através dos meios próprios ou quaisquer meios de mídia e de tecnologia da informação;

VII - Promover e contribuir para o ensino da história, geografia e cultura de Garanhuns; bem como da pesquisa genealógica;

VIII - Promover os princípios da pluralidade e diversidade cultural;

IX - A discussão de temas referentes à Garanhuns, que no âmbito das ciências sociais e humanas possam contribuir para seu pleno desenvolvimento.

Diretoria:

Presidente: Cláudio Gonçalves de Lima (professor e escritor)
Vice-presidente: Audálio Ramos Machado Filho (pesquisador)
Secretária-geral: Ivanice Ramos
Diretor Fiscal: Anchieta Gueiros de Barros (pesquisador)
Diretor de Cultura: Prof. Antônio Vilela ( professor e historiador)
Diretor de Comunicação: Ronaldo Cesar Carvalho (cantor e compositor)
Conselho Fiscal: Igor Cardoso, João Marques (escritor, presidente da Academia de Letras) e Edmilson Vieira (artista plástico)