Wednesday, February 6, 2013

HISTÓRIA DE GARANHUNS - A CONTROVÉRSIA DA DATA - PROF. ANTÔNIO VILELA

DO BLOG DO RONALDO  CESAR

Foto do centro de Garanhuns em dia de feira

Literalmente falando a história de Garanhuns tem início quando Simôa Gomes de Azevedo, através de escritura pública doa a confraria das almas uma quadra de terra para a construção da capela da Freguesia de Santo Antonio do Ararobá em 1742, esta capela inicialmente foi construída em taipa e depois reformada em alvenaria.

Ao entorno da capela surgiram as primeiras casas. O povoado foi crescendo por influência de seu clima ameno, suas fontes de águas minerais e por sua pecuária que despontava no interior de Pernambuco.

Pelo alvará de 10 de março de 1811, por solicitação do então governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, foi criada a Vila de Santo Antônio de Garanhuns. Neste mesmo ano de 1811 a capela foi reconstruída e transformada na Matriz de Santo Antonio. Esta matriz localizada na antiga avenida Rio Branco, hoje Avenida Santo Antônio, no atual prédio do Banco do Brasil. O seu primeiro vigário foi Fabrício da Costa Ferreira.

Somente em 1855 por iniciativa do Padre Nemézio de São João Guaberto foi iniciado a construção da Catedral de Santo Antonio e concluída em 1859. Ainda foi reformada em 1872 e em 1906 recebeu melhoramentos, em especial a fachada que apresenta sua característica atual.

A lei provincial número 22 de 6 de junho de 1836, cria a comarca de Garanhuns, desanexado da jurisdição da comarca de Brejo da Madre de Deus, tendo como primeiro juiz de direito o Dr. João Pereira de Carvalho, em 1837.

Eis as provas contundentes que a criação de Santo Antonio de Garanhuns é mesmo 10 de março de 1811, pois em 6 de junho de 1836 foi estabelecida sua comarca.

A elevação da Vila para categoria de cidade se deu através do projeto do deputado provinciano Silvino Guilherme de Barros, projeto numero 1.309 do dia 4 de fevereiro de 1879, este projeto é outros quinhentos, não emancipa, eleva a vila à categoria de cidade. Antes do centenário em 1979, o aniversário de Garanhuns era comemorado em 10 de março.

Garanhuns já nasceu com "tendência para as alturas", nunca pertenceu a outro município. Por esta razão defendo que o aniversário de Garanhuns é mesmo 10 de março de 1811, portanto são 202 anos de história que orgulha o nosso povo.

Parabéns terra de Simoa pelos 134 anos de elevação de Vila para cidade.

"Garanhuns existe entre sete colinas, Deus é de lá". - Poeta Ronildo Maia Leite

Professor Antônio Vilela - Professor e historiador
AGORA COMIGO: Recebemos este texto amigo professor Vilela, um dos co-fundadores do Instituto Garanhuns. Já é praticamente consenso entre os associados que a data de aniversário de Garanhuns deve ser revista. 4 de fevereiro é a elevação de Vila à Cidade, mas Garanhuns não pode ser mais jovem que municípios que faziam parte de sua abrangência político-geográfica, portanto, como a maioria dos entes federativos, deve se comemorar desde os primeiros momentos históricos de sua criação. Assim foi com o Brasil 500 anos, ou cidades como Recife e Olinda que contam já com séculos.
São datas em separado que Garanhuns precisa enaltecer, mas é muito mais palatável entender que nossa cidade tem 202 anos, fortalecendo sua importância histórica na formação geopolítica do estado de Pernambuco.
Recebemos também do professor Vilela uma cervo fotográfico que iremos disponibilizar para vocês. Registros de uma Garanhuns antiga que poucos conhecem. Seus eventos, lugares, prédios e pessoas que foram importantes ao longo do tempo.

Monday, February 4, 2013

UM PREFEITO DE GARANHUNS

Luiz Souto Dourado (in memoriam)

Ano de 1961. Dom Adelino Dantas, Dr. Ivaldo Dourado,
Humberto Alves de Moraes, Profº Gonçalves Dias e  o ex-
Prefeito Aloísio Souto Pinto.
O último dia do ano não é o último dia do tempo, disse Drummond. Mas  para Aloísio Souto Pinto foi. Mal surgia 1969, um sentimento de frustração, de perda, vinha abater a euforia, a esperança no novo ano.

Estava ainda na missa, quando soube a notícia. E assisti aquela multidão deslocar-se para a casa dele, para aquela mesma casa para onde fora tantas vezes levar Aloísio, depois das suas vitórias. Na verdade, ele fora um íntimo do povo e das vitórias. Já estava acostumado com o calor de ambos.  A derrota para ele era um choque insuportável, uma dor imensa. Um ano novo, um novo dia, não mais lhe interessava. Aquele povo que agora corria para sua casa, havia lhe falhado, daquela vez. E agora o povo, numa passeata que seria a última, levava Aloísio para a viagem sem retorno. Imagino que ele gostaria de ver aquele espetáculo comovente em torno de si. Tão comovente que me senti o grande derrotado da eleição que ganhara. O vitorioso era o morto que o povo chorava.

No meu entender, Aloísio não foi propriamente um coronel, com postura e o poder dos coronéis da política de antigamente. Foi mais um líder popular, com a casa sempre aberta e uma invulgar disposição de interferir em favor do amigo, de ajudar os humildes.

A sua época também não comportava mais coronéis. Garanhuns já entrava numa faixa de desenvolvimento, de politização, em que, como consequência, a figura do coronel ia se diluindo. A estrada pavimentada, o banco privado, a microondas, a televisão, a chegada diária dos jornais, a escola superior, o sindicato, a previdência social, enfim  a transformação do município em pólo de desenvolvimento de uma região, transformava o antigo coronel, ou o tradicional chefe político, num líder, quando ele tem consciência dos problemas da  coletividade. Ou num líder popular, quando ele tem qualidades e ainda carisma. O líder popular tem necessariamente de movimentar os problemas do povo, comunicar-se com o povo, estar ao seu lado. O voto, que era uma contrapartida do favor pessoal, um voto de gratidão, passa a ser um voto de reconhecimento pela solução obtida de problemas comuns. O voto de reconhecimento da comunidade ao líder, substitui o voto de gratidão ao coronel. Por isso Aloísio não foi propriamente um coronel. Foi, isto sim, um líder popular.

A fantasia é um expediente dos políticos, disse um escritor moderno. Aloísio não era um fantasista. Antes, era um realista. A política para ele era também a arte do possível, como na definição clássica. Mais um exercício do poder do que mesmo uma escalada para o poder. Exerceu-a no plano municipal, sem de nada abrir mão. Entre ajudar, como deputado, e exercer como prefeito, preferiu esta hipótese. Ou se possível, acumular os dois mandatos. Daí a tentativa de mais um eleição, que, infelizmente, foi a última.

Fiz o possível para que ele não participasse da eleição. Se estava na Assembléia, ficasse por lá. Ela já fora prefeito e eu já fora deputado. Tínhamos o mesmo sobrenome e o mesmo desejo de trabalhar por Garanhuns. Depois inverteríamos os papéis. Chegou a concordar, a princípio. Mas deixou-se levar pela paixão. Era um enciumado pela cidade. Diria quase um passional. Mostraria que ninguém a arrebatava. Iria às últimas consequências, na disputa por esse amor, por essa posse. E foi. Reconheço que Aloísio era um telúrico. Dominava-o um estremado sentimento da terra, das causas de sua terra. Na seleção da cidade, jogava na defesa, como se alguém pretendesse tomar-lhe a cidade. Nas passeatas do Diocesano, desfilava a cavalo, como se defendesse uma cidadela.

Sabendo e sentindo tudo isso,inaugurei o seu retrato na Estação Rodoviária, que concluímos. Dei o seu nome ao trecho da praça, que ele iniciara mas não pudera terminar. Procurei assim do seu nome fazer sempre uma lembrança. Aliás, muito fácil para quem deixa o nome no coração do povo. (Luiz Souto Dourado foi  Secretário do Interior e Justiça do Governo Arraes, deputado estadual  em três legislaturas e prefeito de Garanhuns entre 1969 e 1973).

Monday, January 28, 2013

CANTAR A ALEGRIA DE VIVER

Dom José Adelino Dantas

Aqui chegando fui ouvir o maravilhoso cantar a alegria de viver, do Coral de Garanhuns. Ao meu ver Garanhuns tem agora um motivo a mais de projetar-se lá fora. Antigamente, eram somente as suas flores, o clima e a nobreza de sua gente o faziam formosa por toda parte.Hoje, isso tudo se enclina ante um outro valor. O Coral do Arraial é esse valor novo para projetar Garanhuns por todo o mundo.É um encanto ouví-lo. Um momento de felicidade e exultação. Esse coral honraria e enalteceria qualquer cidade, como o mestre Felinto Lúcio o nome de Carnaúba para além de nossas fronteiros. Ouvir esse coral é, como o foi para mim, ouvir os grandes corais de Bach, Beethoven, ou Mozart, que eu graças a Deus, já me acostumei a ouvir. Aquele "Uirapuru", "Assun Preto", "Noite Feliz", como "O Magnificat" levam a gente para além das estrelas. Garanhuns cresceu muito com a publicação do "Coral do Arraial", pena que execuções como "Noite Feliz", como todas as demais tenham tido duração tão breve, pois a gente fica desejando mais. Esse padre Luís é fabuloso e mais fabuloso é seu esforço.

Que voz de barítono maravilhosa a dele no "Uirapuru" e "Noite Feliz".

Entendo o lançamento do "Cantar a alegria de viver" no sentido de uma reparação.  Os jovens integrantes do Coral do arraial vieram provar que aqui, neste Brasil, há gente que pode alimentar-se de estrelas, não só de lama. É uma glória e uma honra. E é Garanhuns, enfim, a grande credora dessa glória. Meus parabéns e minha alegria sem termos de qualificação.

Que outros lançamentos venham enriquecer, de futuro, a esse primeiro.(Dom José Adelino Dantas foi o  6º Bispo de Garanhuns (1958-1967), na foto Coral do Arraial década de 70).



Sunday, January 27, 2013

RAÍZES HISTÓRICAS DO COLÉGIO QUINZE

D. Rena Butler

Antes dos idos de 1900 um casal de missionários norte-americanos aportou em Pernambuco, trazendo a mensagem salvadora do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, como muitos outros que a partir do grande pioneiro Anshbel Green Simoton, ao Brasil viriam com essa finalidade, desde o século anterior. Chamavam-se Willian e Rena  Butler.
 Cêdo reconheceram a necessidade de além do trabalho missionário que vieram fazer, dar instrução a um grupo de moços que haviam conhecido e aceitado o Evangelho da graça de cristo. Aspiravam estudar para o Ministério nesta aprazível e cativante cidade de Garanhuns. O Casal resolveu ministrar ao grupo lições de diversas disciplinas acalentados pelo sonho de vê-los educados e prontos para a vida.
 Se por um lado havia sonho e trabalho do médico Dr. Willian Butler, pastor dedicado, pregador entusiasta da palavra, por outro, os jovens desejosos de adestrarem cultural e espiritualmente suas vidas correspondiam em todos os aspectos as  expectativas e ansiedades do casal. Willian e Rena prosseguiram o ideal com alegria, permeada de incertezas. Fundar uma escola a partir destas coisas ações, foi  bendita centelha aparentemente inexpressível que viria a medrar e a brilhar pela graça de Deus,  colocando nos corações daqueles primeiros abnegados servos, dedicado no trabalho do Ministério da Pregação e do Magistério. Parecia até inexequível aos olhos de muitos, um estrangeiro lançar-se  a tão ingente empreitada.
 O idealimso do Dr. Willian Butler, secundado pela compreensão de sua esposa D. Renan provaram através destas histórias, bem ao contrário, do que pensavam os indiferentes.
 A benfaseja semente de instrução havia sido lançado para uma próspera colheita no porvir. Mas, ninguém trabalha só na obra do Senhor. E Deus tinha preparado outros companheiros que cedo viriam ajudar o Dr. Butler no seu ideal. O sonho dele logo veio a ser alimentado com o convite feito e aceito ao Reverendo Martinho de Oliveira para ajudar e continuar aquela senda: levar o ensino educacional, com a marca do Evangelho, que já desabrochava vigoroAbriasamente em Garanhuns. A motivação inicial de fundar uma escola organizada, permanecia na mente dos rapazes e moças que estudavam ainda, com o casal Butler. Precisavam ter agora orientação pedagógica para os filhos dos evangélicos da cidade que já eram numerosos.
 Ainda na primeira década do século passado, os Butler foram para Canhotinho e montaram ali um hospital. Em Garanhuns com o reverendo Martinho de Oliveira continuaram todos os trabalhos. A escola já funcionava a pleno vapor. Abria as suas portas a tantos quantos solicitassem. Não fazia restrições de pessoas, nem de classes. O ensino era para todos, independente de credo religioso. Com o novo século. Um novo limiar do ensino e da educação. O embrião do Colégio Quinze estava pronto para medrar. Vários outros professores se aproximavam do entusiasmo do Reverendo Martinho de Oliveira, dando a sua vida com denodado sacrifício por ter ali em Garanhuns, um fecundo estabelecimento de ensino, para servir a Deus. a Pátria e a Garanhuns. (Fonte: Livro Colégio Quinze 85 anos servindo a Deus, à Pátria e a Garanhuns, de Urbano Vitalino e  Marcílio Reinaux).

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Thursday, January 24, 2013

EU E O MAGANO


Dumuriê Vasconcelos


"Tiro de Guerra 45" em outubro de 1930. Parque Euclides Dourado. Primeiro Plano: Mário Lira, José Gaspar, Dr. Ivo Júnior,
Tenente Amâncio Nunes. No segundo plano: Dr. Eurico P. Lira e Josafá Pereira.



Não sou homem de engodo. Mas sei que poderei ser acoimado de louco ou visionário, mas com seriedade vos digo: eu ouvi o Magano falar. E  a voz do morro me pareceu mesclada de melancolia e recriminação. Duvidas? Pois eu vos lembro que Bilac ouvia estrelas. Porque não posso eu ouvir outeiro? Vezes sem conta, na mocidade, eu percorrí os caminhos vários que se espalham por Garanhuns. E nessas andanças avistei,como diria outro poeta, o Deolindo Tavares "Paisagens e perspectivas multiformes".

Do alto do  Monte Sinai com enlevo ví, repetidas vezes,o casamento da cidade a se espalhar por vales e colinas. No aprazível sítio de Zuza Gregório tomei banho de açude e chupei caju. No Castainho encontrei as célebres negras,  belas algumas, desgraciosas outras; todas na dura lida de fazer farinha. No Sítio do Meio percorrí o cafezal do meu tio Bernardino. Ah! os antigos cafezais de Garanhuns! Em 1936, nosso município foi o campeão brasileiro na produção de cafés finos. Como prêmio, ganhou um avião para o Aéreo Clube local, mas os políticos da época não se interessaram em recebê-lo Depois veio a derrocada. O governo federal jogou café no mar. Os preços baixos provocaram a erradicação do rubiácea em nossa terra. 

Comparecí à festa de Santa Quitéria, nas Frexeiras, atraído mais por interesses profanos do que mesmo por pendor religioso. Ouví o canto das acauãs no Sítio Jussara. Fui a Santo Antonio do  Tará ver a casa onde nasceu meu pai. Conhecí um vergel florido chamado Brejo das Flores e vi a nascente do Mundaú, ingrato rio que deixa o berço natal e vai irrigar estranhas terras. Na gruta d'água não encontrei o jacaré falado. Lendas do meu tempo! O jacaré da Gruta d'Água que nunca existiu. O carro-de-boi encantado que gemia pelas ruas em noite alta, em procura do dono, e que o velho Alfredo Leite descobriu ser o trem-de-ferro  resfolegando, nas manobras da rotunda. O lobisomem da Boa Vista que assustava a população nas caladas da noite, e que nada mais era do que o poeta Gumercindo atrás de amores.

No ano de 1937, num domingo, entre surpreso e risonho, vi a feira de Itacatú se acabar. Os matutos fugiram apavorados quando os soldados do Tiro de Guerra 45, de Garanhuns entraram na vila armados de fuzís, cantando hinos, em exercício militar de rotina.Eu era um desses soldados. Testemunhei o esforço de Deusdedit Maia, Presidente do Tiro, para convencer o povo de Itacatú de que não se tratava de revolução. Andei, pois, pelos mais variados lugares de minha terra natal. De repente descobrí que nunca estivera no Magano. A ingratidão se desfez em junho de 1979. Subí o Magano em tarde invernosa e cinzenta. Fazia muito frio mas não havia chuva. No cimo do monte um forte vento açoitou-me o rosto e assanhou-me os cabelos. O nevoeiro impediu que eu visse o pôr-do-sol famoso.Vi, porém, o abrigo e o cristo erigidos por Celso Galvão, prefeito que certa vez ameaçou prender os desportitas da cidade, caso eles insistissem em realizar um jogo de futebol entre Caruaru e Garanhuns.Coisas da ditadura... Estava eu embevecido com estas lembranças antigas, quando me pareceu ouvir angustiosa voz que me perguntava: "Por que tardaste tanto?" Era, certamente, o desencanto do Magano. O morro havia esperado  tanto tempo pelo menino que fui; eis que lhe aparece um velho de cabelos grisalhos. Emocionado fiquei.(Fonte da pesquisa:  jornal "O Monitor",  setembro de 1980).

Friday, January 18, 2013

PROGRAMAÇÃO DO GARANHUNS JAZZ FESTIVAL



Palco Ronildo Maia Leite (Praça Guadalajara)

Sábado – 9 de fevereiro

Baião de 3 (PE)
Jefferson Gonçalves & Banda (RJ)
Warren Atiba Taylor (EUA) & Uptown Band (PE)
Tico Santa Cruz (Detonautas/RJ), Cida Maria (PE), Paulo Ferreira (PE), MC Rodrigo (DF) e convidados. 

Domingo – 10 de fevereiro


Marcos Cabral e Banda (PE)
Sol Alac (ARG)
Tia Carrol (EUA) e Igor Prado Band (SP)
Lancaster (SP), com Nathalie Alvim (SP), Big Chico (SP) e Adriano Grineberg (SP)

Segunda-feira – 11 de fevereiro

Projeto Batuque (PE), Claudio Infante (RJ) e Douglas Las Casas (SP)
Taryn e Banda (RJ)
Delicatessem (RS)
George Israel (Kid Abelha/RJ), Rodrigo Santos (Barão Vermelho/RJ) e Leonardo Israel (RJ)

Terça-feira – 12 de fevereiro

Sergio Ferraz (PE)
Jazzpira (SP) e participação especial do grupo de percussão Meninos de São
Kenny Brown (EUA)
Kiko Loureiro (SP), Andreas Kisser (SP), Joanatan Richard (PE), Artur Menezes (CE), Kleber Dias (RJ) e convidados


O festival prepara um grande encerramento com os artistas que participaram do evento, realizando uma grande jam session.

Palco Pau Pombo (Parque Ruber Van Der Linden)


15h – Discotecagem de Vinil

16h às 17h30 - Shows com bandas locais 

Sábado – 9 de fevereiro

Orlito Jazz Art Band – o grupo tem influência musical do jazz e do blues e durante o GJK apresentará o seu mais recente trabalho, o CD “Sintonia Astral” .

Domingo – 10 de fevereiro

Samba Três – o som do grupo passeia pelos antigos sambas de Noel Rosa e Cartola, pela sofisticada bossa-nova de João Gilberto, Tom Jobim e Chico Buarque e pela modernidade do jazz e do blues, tudo isso misturado ao funk, frevo e xote nordestino.
Segunda-feira – 11 de fevereiro

Nosso Jazz – a banda traz uma mistura de músicos com formação sacra tocando temas regionais, fusion e jazz.

Terça-feira – 12 de fevereiro

Os Valvulados (participação especial de Kleber Fernandes Blues) - a banda faz uma releitura de grandes sucessos da música popular brasileira, em especial dos ritmos samba-jazz, soul e black music dos anos 70.

Jazz Kids

Domingo – 10 de fevereiro
(14h30) – Oficina da gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias

Segunda-feira – 11 de fevereiro
(14h30) – Oficina de guitarra com Kiko Loureiro

Terça-feira – 12 de fevereiro
(14h30) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca

Oficinas para adultos

Domingo – 10 de fevereiro
(14h30) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca
(16h00) – Ensaio aberto de bateria e percussão com Cláudio Infante e Grupo Batuque

Segunda-feira – 11 de fevereiro
(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias

Terça-feira – 12 de fevereiro
(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias.